terça-feira, 5 de julho de 2016

No rádio: Vander Masson defende que o governo municipal deve ouvir mais o povo

Pré-candidato Vander Masson (PSDB) em entrevista a Rádio Tangará
O pré-candidato a prefeito de Tangará da Serra Vander Masson (PSDB) foi entrevistado hoje no programa Tangará Verdade, da Rádio Tangará. Vander respondeu a questionamentos do radialista Valdir Rosário e de ouvintes, falou de educação, saúde, mobilidade urbana, turismo, agricultura familiar e de geração de empregos.

Ele defendeu mais participação do poder público para atrair novos investimentos e assim gerar mais emprego e renda para os tangaraenses.

Para Vander, o governo municipal precisa reagir e buscar investimentos públicos e privados, mas para isso há a necessidade de haver bom relacionamento com os governos estadual e federal.

“A maior fatia dos recursos está lá em Brasília e em Cuiabá, com os governos estadual e federal”, disse ao lembrar que investimentos importantes como a UPA Ari Torres (inaugurada na semana passada) e o Parque Figueira foram conseguidos junto ao Governo federal pelos gestores que antecederam o atual prefeito.

“Estão sendo executadas, até hoje, obras ainda dos gestores anteriores que conseguiram os recursos porque apresentaram projetos no Governo Federal como a UPA que foi conseguida quando o Saturnino ainda era prefeito em 2012”, disse.

Vander defendeu que o próximo gestor priorize três áreas de investimentos: saúde, infraestrutura e geração de emprego. “Saúde é o principal, temos um hospital novo, mas que não pode ser usado pelo povo porque não tá equipado e o Município não dá conta de gerir sozinho, precisa-se construir asfalto, mas tem que pensar em esgoto e drenagem pluvial para não ter que fazer o serviço duas vezes e além disso o povo precisa de emprego”, continuou.


Para ele o gestor deve ser menos centralizador e mais presente junto à sociedade, dialogando e ouvindo as demandas. “Criatividade, atitude e parcerias, é disso que a cidade precisa em seu gestor, ouvir o que os segmentos precisam e aí transformar em políticas públicas. O governo municipal tem que ouvir mais o povo”, pontuou.

É a chamada gestão participativa onde prefeito, vereadores e a sociedade decidem onde devem ser investidos os recursos públicos.

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