terça-feira, 15 de março de 2016

Prioridade Zero: Prefeito quer reunião com Taques para tratar exclusivamente do Hospital Municipal

“Não basta equipar o hospital,
o mais difícil será mantê-lo”, disse Junqueira.
A ideia era criar uma agenda única para apresentar as principais pautas de Tangará da Serra para o governador Pedro Taques (PSDB). Entretanto, o prefeito Fábio Junqueira (PMDB) entrou em ação e sugeriu que uma das demandas fosse retirada da pauta coletiva e colocada de forma independente, aí foi criada a PRIORIDADE ZERO. Os presentes na reunião de ontem na Acits (deputados, prefeito, vereadores, secretários, empresários e entidades) concordaram e prometeram desdobramento para ‘amarrar’ com Taques investimentos no Hospital Municipal de Tangará da Serra cujo prédio está em fase de conclusão.

PRIORIDADE ZERO-O prefeito defendeu duas linhas de investimentos no novo hospital (antiga Santa Casa): a primeira delas é para a aquisição de equipamentos de UTI, Semi-UTI, leitos e outros aparelhamentos; a segunda é a destinação mensal de recursos para manter o hospital. “Não basta equipar o hospital, o mais difícil será mantê-lo”, disse Junqueira.

Segundo ele, é gasto cerca de um milhão e 100 mil reais mensalmente para manter somente a folha de pagamento do Mater Dei, que tem uma estrutura que corresponde a menos da metade da dimensão do novo hospital. A obra, já em fase de acabamento, tem aproximadamente 8 mil metros quadrados de área construída e deverá se transformar em um grande complexo hospitalar com UTIs, Centro Cirúrgico, UPA e leitos de internamento.

Quem irá manter toda essa estrutura? O Município sozinho não dará conta e é aí que deverá entrar a contrapartida do Estado.


Um entendimento genérico ontem merece destaque: Já se passaram 14 meses de repetitivas cobranças, agora já não é mais momento de sentar com o governador e cobrar...é momento de efetivar, assinar papeis, construir convênios. Chega de um cobrar e o outro prometer, agora é hora de concretizar, oficializar. E tem que ser logo pois é ano eleitoral e o prazo para celebrar convênios entre Estado e Município vence já já. Se não agir rápido – só em 2017. Aí tamo na roça!